Línguas europeias caem e o coreano dispara!

Os estudantes universitários norte-americanos parecem estar menos interessados em aprender línguas estrangeiras, de acordo com um relatório publicado em março de 2018. Os dados mostram uma queda generalizada de quase 10%, de 2006 a 2016, no número de matrículas em aulas de línguas estrangeiras nas universidades dos Estados Unidos.

O português, que vinha mantendo um crescimento lento - porém constante - desde os anos 60 no país, também sofreu uma queda recentemente. Só não caiu mais que as línguas europeias mais tradicionais: o alemão caiu 14,4%, o francês 14,7%, o espanhol 17,2%, o russo 17,9% e o italiano sofreu o maior baque, caindo 27,4%.

Apesar da queda geral, o outro lado do planeta conseguiu atrair mais estudantes que já veem a Ásia como o futuro da economia global e - por que não? - da produção cultural que influencia as novas gerações. No mesmo período (2006 a 2016) o chinês conseguiu um crescimento de 3,3%, o japonês 5,1% e o coreano - tandã! - um crescimento de 95%!

Isso mesmo, o coreano não só foi uma das poucas línguas que contrariaram a tendência geral de queda, como praticamente dobrou o número de seus estudantes. Entre os motivos apontados estão não apenas a Hallyu, ou seja, a "onda coreana" que se alastrou pelo mundo todo, mas também o crescimento econômico estável que consolida a Coreia do Sul como uma potência média no mundo, e também as mudanças na geopolítica global, que movem o eixo das decisões econômicas para a Ásia.

A consequência disso é visível nas universidades sul-coreanas: a cada ano que passa o número de estudantes intercambistas e bolsistas só aumenta no país, bem como o número de estrangeiros que recebem o green card coreano (o visto de residência permanente).

E você, está esperando o que para pegar essa onda também?

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